COMO OCUPAR UMA ESCOLA

Datas e Locais

14 de Outubro 2026

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Duração

10h00 às 20h30

COMO OCUPAR UMA ESCOLA

Uma vez por ano, tomamos de assalto uma escola. Este ano, a iniciativa “Como Ocupar uma Escola?” chega à Escola Secundária de Melgaço com uma programação que transforma o espaço escolar num lugar de encontro, experimentação e participação, cruzando arte, educação e comunidade. Júlio Cerdeira, Manuel Tur e Sofia Peyssonneau são os orientadores convidados desta edição, que reúne dança e movimento, mediação e interculturalidade em workshops e formações dirigidos a alunos, professores e outros agentes educativos. Uma ocupação para criar diálogo, estimular o pensamento crítico, celebrar a diversidade e experimentar novas formas de estar e de nos relacionarmos na escola.

14 de outubro de 2026

  • 10h00-11h30 | Workshop de Dança/Movimento | Júlio Cerdeira
  • 14h00-16h00 | Oficina Escola Cidadão | Manuel Tur
  • 17h30-20h30 | Ação de Formação | Sofia Peyssonneau

Duração 10h00 às 20h30

Público-Alvo Comunidade Escolar

MANUAL DE DEFESA | A dança como forma de proteção coletiva

Com Júlio Cerdeira

Este workshop problematiza a proteção e a afirmação dos corpos através da prática artística, recorrendo a exercícios de contacto-improvisação, dança contemporânea e artes marciais de luta desarmada. Propõe convidar os jovens a pensar, com o corpo, o conceito de “manual” enquanto guia coletivo para a afirmação das suas vontades, direitos e interesses nas comunidades em que se inserem. Aqui, os participantes tornam-se agentes ativos na construção de um pensamento crítico e incorporado sobre o seu presente e o seu futuro.

Licenciado em Teatro pela Universidade do Minho e Mestre em Artes Cénicas (especialização em Direção Artística e Interpretação) pela ESMAE – Politécnico do Porto. Desde 2020, leciona na Licenciatura em Teatro e no Mestrado em Artes Cénicas da ESMAE. Desenvolve trabalho nas áreas da dança contemporânea, teatro e performance, como intérprete, criador e professor. Colaborou com diversos artistas e estruturas nacionais e internacionais, participando em espetáculos, projetos de investigação e festivais. Entre os seus trabalhos destacam-se HIDE TO SEEK (2024), MATÉRIAS INÚTEIS (2022), IMAGEM NUA (2022), VOZ OFF (2022) e CRUA (2021).

Júlio Cerdeira - Foto de Miguel De Julio Cerdeira

UMA ESCOLA CIDADÃ! | Oficina de mediação para alunos e professores

Com Manuel Tur

Este workshop problematiza a proteção e a afirmação dos corpos através da prática artística, recorrendo a exercícios de contacto-improvisação, dança contemporânea e artes marciais de luta desarmada. Propõe convidar os jovens a pensar, com o corpo, o conceito de “manual” enquanto guia coletivo para a afirmação das suas vontades, direitos e interesses nas comunidades em que se inserem. Aqui, os participantes tornam-se agentes ativos na construção de um pensamento crítico e incorporado sobre o seu presente e o seu futuro.

Estudou na ACE e na ESMAE. Estreou-se profissionalmente como ator em 2003. Trabalha regularmente como diretor de atores, professor, assistente de encenação e de realização e dobrador de séries de animação e de imagem real.

Dirigiu “Uma Bailarina Espe(ta)cular” – um solo para uma bailarina e uma caixa, com texto de Regina Guimarães. Encenou, para A Turma, companhia da qual é cofundador, “Tu Acreditas no Que Quiseres” a partir de Sam Shepard; “Os que Sucedem” de Luís Mestre; “O Amor é um Franco-Atirador” de Lola Arias; “Longe da Vista – um projeto sobre a despedida”; “Corpos de Combate” (a partir de relatos de mulheres traficadas) e “Retrato de Família”, com textos de Strindberg e Dea Loher. 00:00.

Estudou na ACE e na ESMAE. Estreou-se profissionalmente como ator em 2003. Trabalha regularmente como diretor de atores, professor, assistente de encenação e de realização e dobrador de séries de animação e de imagem real. Dirigiu “Uma Bailarina Espe(ta)cular” - um solo para uma bailarina e uma caixa, com texto de Regina Guimarães. Encenou, para A Turma, companhia da qual é cofundador, “Tu Acreditas no Que Quiseres” a partir de Sam Shepard; “Os que Sucedem” de Luís Mestre; “O Amor é um Franco-Atirador” de Lola Arias; “Longe da Vista - um projeto sobre a despedida”; “Corpos de Combate” (a partir de relatos de mulheres traficadas) e “Retrato de Família”, com textos de Strindberg e Dea Loher. 00:00.

Manuel Tur - Crédito - Nani Pujol

QUEM CABE AQUI? | Diversidades no espaço escola

Com Sofia Peyssonneau

Este encontro formativo propõe um espaço de reflexão e partilha em torno da interculturalidade em contexto educativo, dirigido a profissionais e pessoas que acompanham crianças e jovens de diferentes origens culturais. Partindo das questões das migrações, das identidades e dos desafios de integração, pretende-se promover uma maior compreensão da diversidade cultural presente nas escolas e comunidades, criando também espaço para pensar práticas de acolhimento, comunicação e inclusão.

A sessão terá uma componente participativa e prática, incentivando a troca de experiências e a construção conjunta de estratégias e ferramentas que possam ser aplicadas no quotidiano profissional e relacional.

Licenciada em Serviço Social pela Universidade Católica Portuguesa, desenvolve a sua prática com base na escuta ativa e na construção conjunta com as comunidades, valorizando o seu papel enquanto especialistas das suas próprias vivências. Desde 2017 que colabora com diversas organizações do setor social e comunitário, desenvolvendo e implementando projetos participativos focados na inclusão, no diálogo intercultural e na educação não formal. Tem dinamizado metodologias participativas com crianças, jovens, seniores e técnicos, e conduz formações em áreas como participação, diagnósticos participativos, mobilização comunitária, soft skills, competências interculturais, inovação comunitária, e, mais recentemente, ferramentas de AI para o setor social. Atualmente, é Senior Production and Dissemination Officer na Fundação Aga Khan Portugal, onde desenvolve recursos pedagógicos com propósito transformador. Trabalha com método e imaginação, acreditando no poder das redes, da escuta e da criatividade coletiva. E é uma super aprendiz e apaixonada pelo mundo da participação, onde todas e todos temos de ter lugar.

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