Bolsa de criação Isabel Alves Costa
Bolsa de criação Isabel Alves Costa
Lançada em 2014, a Bolsa Isabel Alves Costa é uma iniciativa de apoio à criação artística que promove a abertura a novas propostas e contribui para a renovação do panorama artístico, aproximando a criação dos públicos e dos territórios.
Inspirada no legado de Isabel Alves Costa, figura incontornável na história e no desenvolvimento do Festival Internacional de Marionetas do Porto, das Comédias do Minho e do Teatro Municipal do Porto, a bolsa incentiva a liberdade de criação, a inovação e o cruzamento de linguagens artísticas. Privilegia projetos de pequeno e médio formato, de grande portabilidade, onde o pensamento estruturado e a experimentação se afirmam como motores de novas possibilidades artísticas.
Promovida pelo Festival Internacional de Marionetas do Porto e pelas Comédias do Minho, em coprodução com o Teatro Municipal do Porto — Rivoli e Campo Alegre, a bolsa nasceu com a vontade de dar continuidade a um legado de abertura, descoberta e renovação das práticas artísticas.
“OS TRANSPORTADORES”, coletivo RADAR 360º | Vencedor I BIAC
São nómadas contemporâneos que se mobilizam e ocupam espaços. Passageiros das suas próprias viagens, transportam o essencial.
A sua história é construída a partir dos seus percursos efémeros. O seu património é material e imaterial.
Deixam as suas marcas: histórias, objectos, sons, memórias e emoções. Pelo caminho vão encontrando e acumulando…
Os personagens transformam e são transformados.
Passam uma noite… mas a viagem continua… numa deambulação contínua, resultante de uma necessidade compulsiva de avançar nesta mobilidade da utopia!

Direção artística António Oliveira
Interpretação Bruno Machado, Joana Domingos, Julieta Rodrigues e Viriato Morais
Cenografia e Construção Hugo Ribeiro
Figurinos Julieta Rodrigues
Sonoplastia António Oliveira, Maria Mónica, Tiago Ralha, Vasco Ferreira
Vídeo Maria Mónica
Fotografia Teresa Couto
Produção Radar 360º
Coprodução Comédias do Minho, FIMP e Teatro Municipal do Porto
Apoios à criação Fundação José Rodrigues – Fábrica da Rua da Alegria, IPP
“O SEGREDO DE SIMÓNIDES – COLEÇÃO DE COLECIONADORES”, de Raquel André | vencedor da II edição BIAC
São nómadas contemporâneos que se mobilizam e ocupam espaços. Passageiros das suas próprias viagens, transportam o essencial.
A sua história é construída a partir dos seus percursos efémeros. O seu património é material e imaterial.
Deixam as suas marcas: histórias, objectos, sons, memórias e emoções. Pelo caminho vão encontrando e acumulando…
Os personagens transformam e são transformados.
Passam uma noite… mas a viagem continua… numa deambulação contínua, resultante de uma necessidade compulsiva de avançar nesta mobilidade da utopia!
Simónides revela-se através da sua coleção.
Raquel André coleciona os segredos dos Simónides que encontrou no Vale do Minho.
Colecionamos o que nos escapa das mãos. Que memória transporta um objeto?
Raquel André coleciona os próprios colecionadores, eles mesmos, pede-lhes que lhe contem um segredo, que lhe contem o que é ser colecionador. Pede-lhes que se deixem colecionar.
No Segredo de Simónides, coleciona-se o outro e guarda-se o que não dá para guardar.
FICHA ARTÍSTICA
Direção Raquel André
Cocrição António Pedro Lopes, Bernardo de Almeida e Raquel André
Vídeo Diogo Lima
Música Noiserv
Desenho de luz Rui Monteiro
Colaboração artística Tânia Almeida
Registo documental Mariana Dixe
“FOGO LENTO”, de Costanza Givone | vencedor III edição BIAC
Este projeto nasceu da vontade de investigar as camadas de história que os nossos hábitos culinários quotidianos transportam. Há um jantar para ser cozinhado, há uma mulher italiana e um homem português, há uma mesa e há conceitos como identidade ou tradição que precisam de ser descascados e cozinhados em lume brando para se apurar o seu sentido.

FICHA ARTÍSTICA
Direção artística Costanza Givone
Pesquisa e dramaturgia Raquel S.
Cocriação e interpretação Costanza Givone e Ricardo Vaz Trindade
Desenho de luz e direção técnica Francisco Campos
Produção executiva Susana Paixão
Vídeo e fotografia João Vladimiro
Coprodução Comédias do Minho, FIMP e Teatro Municipal do Porto
“FIBRA”, de Filipe Moreira & Lola Sousa | vencedor IV edição BIAC
A performance tem como génese as potencialidades plásticas do figurino, assumindo-o como o protagonista e ponto de partida para a criação cénica. A epiderme roupa-corpo surge como suporte para explorar a ambiguidade e a beleza das emoções humanas, associada à ideia de deformidade e metamorfose.
A partir das limitações e adaptações entre a peça vestível e um corpo, encontram-se pretextos para pensar o belo e o feio numa relação simbiótica, que tem como inquietação inerente uma comunicação sensorial mais ativa entre a matéria, o artista e o espectador.
Ao vestir o invólucro têxtil, o intérprete entra em isolamento com o exterior. Os cheiros, os sons e o toque ficam aguçados e, ao mesmo tempo, concentrados, sendo dominados. O que é visível assume uma dança de inúmeras identidades.
FICHA ARTÍSTICA
Cocriação e Direção Artística Filipe Moreira & Lola Sousa
Conceção Plástica e Construção Lola Sousa e Nuno Encarnação
Interpretação Filipe Moreira
Composição Musical e Sonoplastia João Ricardo
Direção Técnica e Desenho de Luz Mariana Figueroa
Direção de Fotografia e Vídeo para Cena Miguel F
Apoio Coreográfico Aldara Bizarro
Fotografia e Vídeo Documental Mário Jerónimo Negrão
Produção Executiva Sara Lamares / Fadas e Elfos – Associação Cultural
Agradecimentos Cristina Ferreira, Maria Glória Costa, Manuela Bronze, Ana Maria Fernandes, Susete Rebelo, Mon Père Vintage
Coprodução Comédias do Minho, Teatro Municipal do Porto, FIMP — Festival Internacional de Marionetas do Porto
