OFICINAS DE FORMAÇÃO ARTÍSTICA
TEATRO
Público-alvo: jovens dos 12 aos 16 anos
HORÁRIO:
8 – 12 JULHO
10h00-12h30 / 14h00-16h30: Oficinas de Formação Artística
13 JULHO
Vila Nova de Cerveira • Parque do Castelinho
11h – 13h: Apresentação dos exercícios finais
14h: Antiprincesas: Carolina Beatriz Ângelo
Espetáculo de teatro • Cláudia Gaiolas (+ 6 anos)
ATLAS • V EDIÇÃO
8 A 13 DE JULHO
O ATLAS é um projeto que envolve cinco artistas e cinco grupos de jovens que, ao longo de uma semana, exploram e experimentam diferentes aproximações ao universo das artes. Nestas oficinas, as palavras de ordem são explorar, imaginar e experimentar!
Este ano, as Comédias do Minho completam 20 anos. Por isso, em jeito de celebração, vamos usar o Teatro para explorar o mundo. O mundo de cada um. O mundo do outro. O mundo em que vivemos.
Nestas cinco oficinas, mapeamos o que trazemos dentro de nós. Vamos usar o som, a palavra e o corpo para construir caminhos e passagens entre mapas. Juntos, construímos um ATLAS.
Vai ser bonita a festa! Venham comemorar connosco!
OFICINAS DE FORMAÇÃO ARTÍSTICA
MELGAÇO • Casa da Cultura
Cheila Pereira TEATRO
MONÇÃO • Cineteatro João Verde
Sara Costa TEATRO
PAREDES DE COURA • Centro Cultural
Luís Filipe Silva TEATRO
VALENÇA • Biblioteca Municipal
Joana Magalhães TEATRO
VILA NOVA DE CERVEIRA • Biblioteca Municipal
Rui Mendonça TEATRO
OFICINAS E FORMADORES
MELGAÇO • CASA DA CULTURA
OFICINA DE TEATRO • Cheila Pereira
ONDE ESTÁ A LIBERDADE?
Ela vive dentro do nosso coração ou na ponta da língua? Entra pelas orelhas, enche os pulmões e lança palavras? Na árvore que cresce até ao céu e estica as raízes pela terra dentro? No pássaro que voa em direção ao Sol? No teu bolso ou no teu pensamento?
Esta oficina propõe abordar a performance enquanto possibilidade de expressão artística para os mais novos. A partir do conceito de Liberdade, vamos descobrir textos e objetos que farão o nosso corpo expressar-se livremente pelo espaço, através do movimento coreográfico. Uma formação artística que será um meio termo entre a aprendizagem e a brincadeira. Um meio termo entre o ensaio e o improviso, entre a realidade e a ficção.
CHEILA PEREIRA
Cheila Pereira é criadora, encenadora e intérprete. Licenciada em Relações Internacionais pela Universidade de Coimbra (2009) e Mestre em Teatro pela ESMAE/IPP (2012). É atriz das Comédias do Minho e foi cofundadora do coletivo DEMO (Dispositivo Experimental, Multidisciplinar e Orgânico). Desde 2008, desenvolve o seu trabalho artístico e pedagógico na área das artes performativas, visuais e arte da performance, em contexto de cruzamentos disciplinares. Foi professora de AEC’s no Programa Mais Dois – Artes Performativas (Teatro e Dança), entre 2015 e 2017.
MONÇÃO • CINETEATRO JOÃO VERDE
OFICINA DE TEATRO • Sara Costa
PONTOS DE VISTA
Diz-se que a História é contada pelos vencedores. Mas uma história nunca é só UMA história, sobretudo se for contada a partir de diferentes pontos de vista.
Convidamos os jovens a explorar o olhar, o sentir, a dialogar e a construir o seu pensamento crítico.
Através de jogos e de exercícios teatrais vão encontrar diferentes formas de observar objetos, imagens e histórias, e a comunicar os seus livres e preciosos pensamentos sobre pontos de vista únicos.
Daremos asas à liberdade de pensar, sem julgar.
SARA COSTA

Fotografia ©Filipe Ferreira
PAREDES DE COURA • CENTRO CULTURAL
OFICINA DE TEATRO • Luís Filipe Silva
O PORQUÊ DOS PORQUÊS
Na edição do Atlas deste ano vamos a perguntas. A Liberdade que abril nos trouxe não abriu assim tanto as portas das nossas mentes, e porquê? Agora que podemos fazer todas as perguntas, que podemos não deixar nada por questionar, o que fazemos com essa Liberdade? E porquê?
Não nascemos todos intrinsecamente curiosos? Quando acaba a idade dos “porquês”? E porquê? Porquê? Porquê?
Não vivemos na era das respostas instantâneas à distância de um click, então porque não viver também na era das perguntas, das questões, das investigações profundas? Porquê? Porquê? Porquê? Porquê?
Perguntar por perguntar, perguntar para saber e perguntar só para irritar… Pequenos e grandes perguntadores, de pé!
LUÍS FILIPE SILVA

A meio do curso descobre a arte de representação e participa em várias curtas-metragens de cinema. Do cinema passa para a televisão, da televisão larga Lisboa e vem para o Teatro, para as Comédias do Minho… e nunca mais largou!
VALENÇA • BIBLIOTECA MUNICIPAL
OFICINA DE TEATRO • Joana Magalhães
O MELHOR POSSÍVEL OU MELHOR É IMPOSSÍVEL
Porque este ano o 25 de Abril faz 50 anos, esta oficina será sobre as liberdades que temos e as que nos faltam, mas também sobre o que afetamos quando praticamos as nossas liberdades. A escolha é a maior e mais arriscada liberdade, e neste ATLAS vamos praticá-la como desporto olímpico.
Neste jogo nada é perfeito. Ou será só o melhor possível?
JOANA MAGALHÃES

VILA NOVA DE CERVEIRA • BIBLIOTECA MUNICIPAL
OFICINA DE TEATRO • Rui Mendonça
MAPA EM BRANCO
Partimos para o deserto. Sem mapa. Nem o nada é garantido.
A sobrevivência depende do grupo. Através de exercícios e jogos de improvisação, este laboratório teatral vai levar-nos à descoberta do que cada um traz dentro de si e da paisagem que construímos com quem nos rodeia. Em conjunto, encontramos o mapa para sair do deserto. Ou não. Somos a soma das partes. Vamos agitar a vontade de fazer acontecer, de encontrar soluções, de descobrir aquilo de que somos capazes. O erro faz parte da viagem. O deserto não é lugar para a perfeição e o caminho faz-se caminhando. Encontraremos a saída?
RUI MENDONÇA

