AS AVES
AS AVES
“As Aves” é uma peça de repertório clássico Ocidental. Apesar de ter ganho apenas um segundo lugar na competição dionisíaca em que estreou, esta comédia com um forte sentido crítico em relação aos “males de Atenas” é considerada a obra prima de Aristófanes. A narrativa assenta na capacidade de persuasão que um humano – Pistetero – tem sobre as aves, levando-as a concretizar os seus desejos, entre os quais, edificar uma cidade que paira no céu. A cidade começará a rivalizar com o Olimpo e acabará por derrotá-lo e substituí-lo, e Pistetero, ele próprio transformado (travestido?) em ave, torna-se a divindade suprema, no lugar de Zeus. A peça tem uma forte componente musical, não apenas por incluir o tradicional coro síncrono na locução das palavras e algumas canções, mas pela imitação das aves. A peça integrou a programação da 42.ª edição do Festival de Almada.
Circulação
Novembro de 2024 – Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Valença e Vila Nova de Cerveira
Fevereiro de 2025 – Centro Cultural de Lagos
Julho de 2025 – Centro Cultural de Belém
Ficha Artística
Direção Jorge Andrade, com assistência de Maria Jorge
Texto Jorge Andrade, a partir de Aristófanes
Interpretação Cecília Matos Manuel, Cheila Pereira, David Pereira Bastos, Luís Filipe Silva, Maria Jorge, Pedro Moldão, Sara Costa, Tiago Barbosa
Cenário e figurinos José Capela, com edição de imagem de António MV
Execução dos figurinos Isabel Gonçalves (Blue)
Aves Miss Suzie
Luz João Fonte
Sonoplastia Sérgio Delgado
Direção técnica João Fonte (mala voadora) + Vasco Ferreira (Comédias do Minho)
Apoio técnico Théo Wengleswki (Comédias do Minho)
Produção Joana Mesquita Alves, Sofia Freitas e Cláudia Teixeira (mala voadora) + Pedro Morgado e Luís Carlos Silva (Comédias do Minho)
Coprodução mala voadora, Comédias do Minho, Centro Cultural de Belém e Centro Cultural de Lagos.









