Bolsa de criação Isabel Alves Costa

Datas e Locais

14 de Outubro 2014 — 04 de Fevereiro 2023

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Bolsa de criação Isabel Alves Costa

Lançada em 2014, a Bolsa Isabel Alves Costa é uma iniciativa de apoio à criação artística que promove a abertura a novas propostas e contribui para a renovação do panorama artístico, aproximando a criação dos públicos e dos territórios.

Inspirada no legado de Isabel Alves Costa, figura incontornável na história e no desenvolvimento do Festival Internacional de Marionetas do Porto, das Comédias do Minho e do Teatro Municipal do Porto, a bolsa incentiva a liberdade de criação, a inovação e o cruzamento de linguagens artísticas. Privilegia projetos de pequeno e médio formato, de grande portabilidade, onde o pensamento estruturado e a experimentação se afirmam como motores de novas possibilidades artísticas.

Promovida pelo Festival Internacional de Marionetas do Porto e pelas Comédias do Minho, em coprodução com o Teatro Municipal do Porto — Rivoli e Campo Alegre, a bolsa nasceu com a vontade de dar continuidade a um legado de abertura, descoberta e renovação das práticas artísticas.

“OS TRANSPORTADORES”, coletivo RADAR 360º | Vencedor I BIAC

São nómadas contemporâneos que se mobilizam e ocupam espaços.  Passageiros das suas próprias viagens, transportam o essencial.
A sua história é construída a partir dos seus percursos efémeros. O seu património é material e imaterial.
Deixam as suas marcas: histórias, objectos, sons, memórias e emoções. Pelo caminho vão encontrando e acumulando…
Os personagens transformam e são transformados.
Passam uma noite… mas a viagem continua… numa deambulação contínua, resultante de uma necessidade compulsiva de avançar nesta mobilidade da utopia!

Direção artística António Oliveira

Interpretação Bruno Machado, Joana Domingos, Julieta Rodrigues e Viriato Morais

Cenografia e Construção Hugo Ribeiro

Figurinos Julieta Rodrigues

Sonoplastia António Oliveira, Maria Mónica, Tiago Ralha, Vasco Ferreira

Vídeo Maria Mónica

Fotografia Teresa Couto

Produção Radar 360º

Coprodução Comédias do Minho, FIMP e Teatro Municipal do Porto

Apoios à criação Fundação José Rodrigues – Fábrica da Rua da Alegria, IPP

“O SEGREDO DE SIMÓNIDES – COLEÇÃO DE COLECIONADORES”, de Raquel André  | vencedor da II edição BIAC

São nómadas contemporâneos que se mobilizam e ocupam espaços.  Passageiros das suas próprias viagens, transportam o essencial.
A sua história é construída a partir dos seus percursos efémeros. O seu património é material e imaterial.
Deixam as suas marcas: histórias, objectos, sons, memórias e emoções. Pelo caminho vão encontrando e acumulando…
Os personagens transformam e são transformados.
Passam uma noite… mas a viagem continua… numa deambulação contínua, resultante de uma necessidade compulsiva de avançar nesta mobilidade da utopia!

Simónides revela-se através da sua coleção.
Raquel André coleciona os segredos dos Simónides que encontrou no Vale do Minho.
Colecionamos o que nos escapa das mãos. Que memória transporta um objeto?
Raquel André coleciona os próprios colecionadores, eles mesmos, pede-lhes que lhe contem um segredo, que lhe contem o que é ser colecionador. Pede-lhes que se deixem colecionar.
No Segredo de Simónides, coleciona-se o outro e guarda-se o que não dá para guardar.

FICHA ARTÍSTICA

Direção Raquel André

Cocrição António Pedro Lopes, Bernardo de Almeida e Raquel André

Vídeo Diogo Lima

Música Noiserv

Desenho de luz Rui Monteiro

Colaboração artística Tânia Almeida

Registo documental Mariana Dixe

“FOGO LENTO”, de Costanza Givone | vencedor III edição BIAC

Este projeto nasceu da vontade de investigar as camadas de história que os nossos hábitos culinários quotidianos transportam. Há um jantar para ser cozinhado, há uma mulher italiana e um homem português, há uma mesa e há conceitos como identidade ou tradição que precisam de ser descascados e cozinhados em lume brando para se apurar o seu sentido.

FICHA ARTÍSTICA

Direção artística Costanza Givone

Pesquisa e dramaturgia Raquel S.

Cocriação e interpretação Costanza Givone e Ricardo Vaz Trindade

Desenho de luz e direção técnica Francisco Campos

Produção executiva Susana Paixão

Vídeo e fotografia João Vladimiro

Coprodução Comédias do Minho, FIMP e Teatro Municipal do Porto

“FIBRA”, de Filipe Moreira & Lola Sousa | vencedor IV edição BIAC

A performance tem como génese as potencialidades plásticas do figurino, assumindo-o como o protagonista e ponto de partida para a criação cénica. A epiderme roupa-corpo surge como suporte para explorar a ambiguidade e a beleza das emoções humanas, associada à ideia de deformidade e metamorfose.

A partir das limitações e adaptações entre a peça vestível e um corpo, encontram-se pretextos para pensar o belo e o feio numa relação simbiótica, que tem como inquietação inerente uma comunicação sensorial mais ativa entre a matéria, o artista e o espectador.

Ao vestir o invólucro têxtil, o intérprete entra em isolamento com o exterior. Os cheiros, os sons e o toque ficam aguçados e, ao mesmo tempo, concentrados, sendo dominados. O que é visível assume uma dança de inúmeras identidades.

FICHA ARTÍSTICA

Cocriação e Direção Artística Filipe Moreira & Lola Sousa
Conceção Plástica e Construção Lola Sousa e Nuno Encarnação
Interpretação Filipe Moreira
Composição Musical e Sonoplastia João Ricardo
Direção Técnica e Desenho de Luz Mariana Figueroa
Direção de Fotografia e Vídeo para Cena Miguel F
Apoio Coreográfico Aldara Bizarro
Fotografia e Vídeo Documental Mário Jerónimo Negrão
Produção Executiva Sara Lamares / Fadas e Elfos – Associação Cultural
Agradecimentos Cristina Ferreira, Maria Glória Costa, Manuela Bronze, Ana Maria Fernandes, Susete Rebelo, Mon Père Vintage
Coprodução Comédias do Minho, Teatro Municipal do Porto, FIMP — Festival Internacional de Marionetas do Porto

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